RÁDIO MENSAGEIRA DA PAZ

sábado, 10 de dezembro de 2011

9 de dezembro São Pedro Fourier e São João (Juan) Diego Cuauhtlatoatzin





São Pedro Fourier

Pedro Fourier nasceu em 30 de novembro de 1565, em Mirecourt, uma pequena aldeia da Lorena, na França. Ainda jovem, tornou-se um professor admirado e respeitado por seu caráter e competência, que quase todas as famílias desejavam lhe entregar seus filhos para educar. Percebendo o chamado para a vida religiosa, ao completar vinte anos entrou para a Ordem dos Cônegos de Santo Agostinho, onde cursou teologia e filosofia, para finalmente ser ordenado sacerdote.

Mas Pedro era tão rigoroso e disciplinado consigo mesmo e com os irmãos de Ordem, que estes logo fizeram com que fosse transferido do convento. Assim, ele foi designado para ocupar uma das três paróquias que estavam vagas. Preferiu a mais pobre e carente, numa região onde dominavam a corrupção moral e os protestantes calvinistas.

Nessa paróquia permaneceu trinta anos, o suficiente para mudar o comportamento de praticamente toda a população. Incansável, conseguia tempo para percorrer os arredores, arrebanhando centenas de convertidos com sua pregação simples e eficiente. Também fundou em sua paróquia três associações apostólicas: a de São Sebastião, para homens; a do Rosário, para mulheres; e a da Nossa Senhora Imaculada, para moças. Todas voltadas para a educação e formação das crianças e jovens daquela região e arredores.

Entretanto Pedro não obteve sucesso quando criou a primeira escola para os meninos. Por isso, antes de fundar a das meninas, decidiu preparar pessoalmente, e muito bem, as professoras. Reuniu quatro moças, dirigidas pela jovem Alix Le Clerc, e começou a ensinar-lhes as técnicas pedagógicas de ensino, valendo-se da sua grande cultura e didática. Foi assim que fundou a Congregação de Nossa Senhora das Cônegas de Santo Agostinho. A nova Ordem foi aprovada pelo sumo pontífice em 1616, tendo como co-fundadora Alix Le Clerc, hoje bem-aventurada.

Cumprida essa missão, recebeu a tarefa de reformar a própria Ordem, expulsando dela qualquer indício do espírito calvinista, que ameaçava instalar-se. Pedro, em 1622, foi eleito superior dos Cônegos Regulares de Santo Agostinho. Mas encontrou muita oposição dentro do clero e, principalmente, do governo.

Em 1636, o rei da França exigiu que Pedro fizesse um juramento que ia contra sua consciência e contra o papa. Em vez disso, preferiu o exílio. Teve, então, de mudar-se para a diocese de Gray, na Borgonha. Embora tivesse o cargo de superior da Ordem, os últimos quatro anos ele passou exercitando o que mais gostava e que fizera em toda sua vida: ensinando as crianças e os jovens numa escola gratuita que ele mesmo ali fundara.

O grande educador, fundador e pregador Pedro Fourier morreu no dia 9 de dezembro de 1640, em Gray. Foi canonizado, em 1897, pelo papa Leão XIII.
 





São João (Juan) Diego Cuauhtlatoatzin

São Juan Diego Cuauhtlatoatzin (que significa: Águia que fala ou o que fala como águia) nasceu em torno de 1474, em Cuauhtitlán, que pertencia ao reino de Textcoco, no México.

Existem documentos eclesiásticos, datados do século XVI, que fazem parte de importante processo canônico, onde já se pedia aprovação para celebração da festa de Nossa Senhora do Guadalupe nos dias 12 de dezembro. Posteriormente aprovado e já constituído o Processo Apostólico, constam nestes documentos importantes testemunhos de anciãos (alguns com mais de cem anos de idade), que testificaram e confirmaram a vida exemplar, personalidade e fama da santidade de Juan Diego:"Era um índio que vivia honesta e recolhidamente e que era muito bom cristão, temente a Deus e, sua consciência, arraigada de muitos bons costumes e modos de proceder";outro testemunho é o de Andrés Juan, que dizia que Juan Diego era um "varão santo".

Diversos outros testemunhos contidos naquelas informações jurídicas atestam que, efetivamente, Juan Diego era para o povo "um índio bom e cristão", ou um "varão santo" e somente estes títulos bastariam para entender a fortaleza de sua fama; pois os índios eram muito exigentes para atribuir algum membro da tribo pelo apelativo de "bom índio" e muito menos ainda considerar sua bondade tão expressiva que pudesse a chegar ao extremo da santidade.

Graças às fontes históricas pudemos conhecer as circunstâncias da vida de São Juan Diego, sua família, suas casas, suas terras; foi em dezembro de 1531 que Nossa Senhora do Guadalupe manifestou-se extraordinariamente a Juan Diego. Na época era um homem já maduro, porém, batizado há muito pouco tempo pelos primeiros missionários franciscanos, e pertencia a etnia indígena dos "chichimecas de Texcoco". A evangelização pós conquista iniciava-se lentamente na região, de forma que Juan Diego há poucos anos se havia convertido e batizado na fé católica. Havia sido casado com uma índia chamada Maria Luzia e nesse tempo viviam no povoado de Tulpetlac, com seu tio Juan Bernardino.

No dia 09 de dezembro de 1531 (sábado), muito cedo, Juan Diego se dirigiu à Missa sabatina da Virgem Maria e ao catecismo, atendidas pelos franciscanos do primeiro convento que havia sido erigido na Cidade do México.

Quando o humilde índio chegou ao sopé do monte chamado Tepeyac, repentinamente escutou cantos harmoniosos e doces que vinham do alto do cerro, e que mais pareciam cantos de aves distintas, que respondiam umas às outras, formando um concerto de extraordinária beleza. Observou uma nuvem branca e resplandecente e que se alcançava a distinguir um maravilhoso arco-íris de diversas cores. Absorto por tamanha beleza, fez para si diversas indagações, imaginando inclusive estar sonhando, de estar presenciando o paraíso. Estando neste arrebatamento, repentinamente tudo cessou, ouvindo apenas a voz de uma mulher doce e delicada, que chamava por seu nome: "Juanito, Juan Dieguito!". Sem vascilar, o santo índio sobe o cerro e depara-se com uma formosíssima donzela; aproximando-se, deu conta, com grande assombro da formosura de seu rosto, de sua perfeita beleza, de seu vestido, reluzente como o sol. Nossa Senhora dialoga com Juan Diego e lhe manifesta o pedido de que fosse construída uma capela naquele local. Disse que fosse até ao palácio do Bispo do México (Juan de Zumárraga) e lhe narrasse tudo o que vira e o seu pedido, de ver ali erigido um templo. E fez ainda uma promessa a Juan Diego: “Tem por seguro que muito o agradecerei e o pagarei, pelo que enriquecerei e te glorificarei; e muito mais merecerás com que eu retribua teu cansaço, teu serviço com que vás solicitar o assunto para o qual te envio".

Dirigiu-se, assim, Juan Diego à Cidade do México, onde narrou tudo o que lhe ocorrera, mas ao que o Sr. bispo acabou não dando-lhe crédito, julgando ser imaginação do índio recém convertido, ainda que tenha sido submetido a interrogatório. Juan Diego saiu dali muito desconsolado, ora pelo descrédito, ora por não poder atender à vontade de Maria Santíssima.

Retornou ao local da aparição e, pela segunda vez, Nossa Senhora mandou que Juan Diego fosse ter com o bispo novamente e que lhe reafirmasse o pedido. Juan Diego despediu-se de Nossa Senhora, assegurando que no dia seguinte realizaria sua vontade, indo para casa descansar.

No dia seguintes (10 de dezembro), Juan Diego foi à Missa, assistiu à catequese e dali foi para a casa do bispo, onde os ajudantes o fizeram esperar por longo tempo, fato que já havia ocorrido na primeira visita. Ao entrar, Juan Diego aos prantos e entre lágrimas novamente comunicou a vontade de Nossa Senhora, certificando que tratava-se da vontade da Mãe de Deus que fosse construído o referido templo. Desta vez o Bispo escutou com grande interesse a narrativa do índio, porém, começou a compreender que não podia ser que fosse apenas um sonho ou uma fantasia dele, pois contava com muita convicção o que presenciara, detalhando as mensagens de Nossa Senhora. O bispo, para certificar-se de tudo o que escutara de Juan Diego, pediu que lhe fosse dado um sinal. Juan Diego saiu dali e disse que falaria com Nossa Senhora e, pôs-se a caminho.

Em seguida, o bispo mandou pessoas de sua inteira confiança para seguir e vigiar Juan Diego sem o perder de vista, a fim de saberem para onde se dirigia e com quem falava. Entretanto, após Juan Diego atravessar uma ponte, onde passava um rio, perderam-no de vista e, apesar dos esforços, não conseguiram mais encontrá-lo. Os serventes, já exaustos com o suceder dos acontecimentos, decidiram regressar ao bispo e lhe disseram que Juan Diego era um farsante enganador e mentiroso; sugeriram, inclusive, que Juan Diego deveria ser castigado caso retornasse para lhes importunar com a história.

Enquanto isso, Nossa Senhora aguardava Juan Diego. Chegando ao local, contou o que havia acontecido na casa do bispo, e que o mesmo havia pedido um sinal para que pudesse dar crédito à sua mensagem. Maria Santíssima, agradecendo o empenho de seu mensageiro, pediu para que retornasse no dia seguinte (11 de dezembro), quando daria o sinal, solicitado pelo Bispo.

Ocorre que Juan Diego não pôde retornar ao local no dia seguinte, pois seu tio Juan Bernardino, a quem amava como se fosse seu próprio pai, achava-se gravemente enfermo; era portador de uma doença que os índios chamam Cocoliztli. Procurou por um médico, mas não conseguiu encontrar nenhum na cidade. Era já madrugada de 12 de dezembro, quando o tio rogou ao sobrinho que se dirigisse ao Convento de Santiago, em Tlatelolco, para chamar um dos religiosos para confessar-se, uma vez que estava consciente de que lhe restava pouco tempo de vida.

Juan Diego saiu para cumprir a vontade do moribundo e dirigiu-se com muita pressa ao convento. Chegando, porém , nas cercanias do sítio onde lhe apareceu Nossa Senhora, decidiu, na simplicidade de seu coração, que era-lhe melhor desviar o caminho, rodeando o cerro de Tepejac pela parte oriental, a fim de eventualmente não se entreter com Nossa Senhora, pois que queria chegar o mais breve possível no convento. Pensou consigo, que mais tarde voltaria para conversar com Ela sobre o sinal que iria pedir para levar ao Bispo.

Ocorre que nesse momento, Maria Santíssima desceu o monte e veio ao encontro de Juan Diego, com estas palavras: "O que se passa com o mais pequeno de meus filhos? Aonde você vai, para onde te diriges?". E o índio, muito angustiado, conta-lhe as suas aflições, da grave enfermidade do tio amado, e a pressa em procurar-lhe um padre, pois que poucas horas de vida lhe restavam. Pediu diversas vezes perdão por não ter vindo no dia anterior, e que lhe tivesse um pouco de paciência, pois que retornaria com toda pressa logo que pusesse têrmo às ultimas necessidades do tio. Nossa Senhora ouviu com muito carinho as desculpas do índio e lhe compreendeu perfeitamente o grande momento de angústias, tristezas e preocupações que vivia Juan Diego, momento em que a Mãe de Deus lhe dirige as mais belas palavras, as quais lhe penetraram profundamente:

-"Escuta, põe em teu coração, meu pequeno filho, que nada te assuste, que nada te aflija; que não se perturbe teu rosto, teu coração; não temas esta ou outra enfermidade ou aflição. Não estou aqui, eu que sou tua Mãe? Não estás debaixo de minha sombra e proteção? Não sou a fonte de tua alegria? Não estás sob o meu manto, na cruz dos meus braços? Tens necessidade de alguma outra coisa? Que nenhuma outra coisa te perturbe ou aflija; não te oprimas com a enfermidade de teu tio, porque ele não morrerá agora. Tenha certeza que ele já está bom".

Neste preciso momento, Maria Santíssima encontrou-se com o tio Juan Bernardino, restituindo-lhe a saúde, e disto conversaria posteriormente com Juan Diego. Já consolado com as palavras de Nossa Senhora, Juan Diego disse estar pronto para levar o sinal ao Bispo. A Virgem Santíssima, mandou que Juan Diego subisse ao cume do cerrilho, onde haviam se encontrado, e mandou que lá juntasse as mais variadas flores, mandando que logo descesse e que as trouxesse à sua presença. Ele sabia que no local só haviam abrolhos e espinhos, além do que o frio era intenso e naquele momento, geava. Mesmo assim, com toda a convicção subiu o cerro e quedou-se admirado diante do precioso jardim de lindas flores variadas, frescas, exalando um odor suavíssimo; e estendendo a tilma à maneira indígena, começou a cortar quantas flores pode, juntando-as todas sobre sua tilma. Desceu o monte e depositou as flores aos pés de Maria Santíissima. Ela tomou em suas mãos as flores e colocou-as novamente no vão da tilma e em seguida mandou que Juan Diego levasse o manto à presença do Bispo. Pediu que lhe contasse detalhadamente o que ocorrera naquele lugar.

Juan Diego chegou a casa do bispo e suplicou ao porteiro e aos demais empregados que dissessem que desejava vê-lo; mas ninguém o quis fazê-lo; alguns fingiam que não o entendiam, outros alegavam que já era tarde da noite, e outros que não o conheciam e diziam que não mais os importunassem. Juan Diego esperou por muito tempo, de forma que os empregados, vendo que não saia dali, esperando que o chamassem, observaram que carregava algo em sua tilma e se aproximaram para ver o que trazia; Juan Diego acabou não podendo ocultar, pois os empurrões poderiam maltratar as flores, momento eem que disse que abriria somente um pouquinho a tilma, e assim o fez. Neste momento, viram que eram flores, que desprendiam um perfume maravilhoso. E cada um queria tirar para si quantas pudessem e, por três vezes o tentaram, mas não puderam, porque quando concretizaram o intento, já não podiam mais ver as flores como viram, porque aqgora já aa viam como se estivessem ora pintadas, ora bordadas, ora costuradas na Tilma.

Imediatamente foram dizer ao Bispo o que haviam testemunhado; O bispo parecia compreender que Juan Diego portava a prova que havia pedido e mandou que ele eentrasse.

Juan Diego, entrando, prostrou-se em sua presença, como já havia feito antes, e contou o que ocorrera na colina Tepejac, momento em que entregou o sinal de Maria Santíssima, estendendo sua tilma, caindo em solo as preciosas flores; e seu viu na tilma, admiravelmente pintada, a Imagem de Maria Santíssima, como ainda se vê hoje e se conserva no santuário de Guadalupe.

O bispo Zumárraga, junto com sua família e o servos que estavam ao seu redor, sentiram uma grande emoção, não podiam acreditar no que seus olhos estavam contemplando: Uma formosíssima imagem da Virgem Mãe de Deus, Senhora do Céu. O bispo, com pranto e tristeza, rogou e pediu perdão por não haver realizado sua vontade, sua palavra. Ao se colocar de pé, o bispo desatou a tilma do colo de Juan Diego e a ccolocou em seu oratório.

Mais tarde, a imagem foi levada com grande triunfo à grandiosa Igreja na colina de Ttepejac, construída conforme o pedido da Virgem.

A partir disso, Guadalupe tornou-se o grande santuário nacional do México, visitado continuamente pelas multidões de fiéis, que a Maria Santíssima recorrem em todas as suas necessidades. A devoção a Nossa Senhora de Guadalupe se estendeu sobre toda a AAmérica Latina, e numerosas são as igrejas que trazem o seu nome.

A partir daí, a evangelização do México tornou-se avassaladora, sendo destruídos os últimos resquícios da bárbara superstição dos astecas, que escravizavam outros povos ee sacrificavam seus próprios filhos em rituais sangrentos.

Em 1910 São Pio X proclamou-a Padroeira da América Latina e, em 1945, Pio XII deu-lhe oo título de "Imperatriz da América".

O Papa João Paulo 2º, em 30/07/2002 canonizou, na Basílica de Guadalupe, na Cidade do México, Juan Diego, primeiro índio da América a se converter em santo, em uuma cerimônia presenciada por milhares de indígenas.

A canonização de Juan Diego é considerada um ato histórico para a América LLatina, pois se trata do primeiro índio americano a se converter em santo católico.

O México, com 102 milhões de habitantes, tem cerca de 12 milhões de Iindígenas, em sua imensa maioria pobres e marginalizados.

Foi a sua 97ª viagem internacional do Papa. Mais de 100 mil pessoas receberam Sua Ssantidade com autêntico fervor popular, depois de uma recepção oficial mais rigorosa no hangar presidencial, comandada pelo presidente Vicente Fox e a primeira-dama.

"Queridos mexicanos: graças a vossa hospitalidade, por vosso afeto constante, por vossa fidelidade à Igreja. Continuai sendo fiéis. Sede santos", declarou o Papa.

Oração a São Juan Diego

São Juan Diego, graças pela mensagem evangelizadora que com humildade nos transmitistes; louvando a ti sabemos que a Virgem Santíssima de Guadalupe é a Mãe do verdadeiro Deus por quem se vive e é a portadora de Jesus Cristo, que nos dá o seu Espírito, que vivifica nossa Igreja. Graças a ti, sabemos que Santa Maria de Guadalupe é também nossa Mãe amorosa e compassiva, que escuta nosso pranto, nossa tristeza; porque Ela trata e cura nossos sofrimentos, nossas misérias e dores. Graças ao obediente cumprimento de tua missão sabemos que Santa Maria do Guadalupe nos colocou em seu coração, que estamos embaixo de sua sombra e proteção, que é a fonte de nossa alegria, que estamos cobertos por seu manto e na cruz de seus braços.

Obrigado São Juan Diego por esta mensagem que nos fortifica na paz, na unidade e no amor. Amém


SITE OFICIAL DE GUADALUPE/ MÉXICO http://www.virgendeguadalupe.org.mx/
 

08.12.2011-Palestra do Vidente Marcos Tadeu TeixeiraApós a exibição do novo filme LOURDES 3

JÁ CHEGOU O NOVO FILME 
DO VIDENTE MARCOS TADEU:
AS APARIÇÕES DE LOURDES 3






PALESTRA SOBRE O FILME LOURDES 3







LIGUE PARA (0XX12)9701-2427 E FAÇA
O PEDIDO DO SEU DVD PARA QUE VOCÊ POSSA ASSISTIR E DIVULGAR O FILME COM QUALIDADE TOTAL!

TERÇO DA IMACULADA CONCEIÇÃO GRAVADO PELO VIDENTE MARCOS TADEU, COM MENSAGENS DAS APARIÇÕES NO MUNDO.






Terço da Imaculada Conceição

No início(3x):"Ó Maria Concebida sem pecado , rogai por nós que recorremos a Vós!"

Contemplam-se os Mistérios
1º: A Imaculada conceição de Maria Santíssima.
2º: O Nascimento e infância de Nossa Senhora.
3º: Nossa Senhora na anunciação do Anjo.
4º: Nossa Senhora na Vida Pública de Jesus.
5º: Nossa Senhora ao pé da Cruz.
6º: Nossa Senhora na Glória no Céu.

Nas contas grandes:"Glória ao Pai..."

Nas contas pequenas:"Ó Maria Concebida sem pecado , rogai por nós que recorremos a Vós!"

Oração Final:"Lembrai-vos ó Piedosíssima Virgem Maria, de que nunca se ouviu dizer que alguns daqueles que tivesse recorrido à Vossa Proteção implorando a Vossa Assistência fosse por Vós algum desamparado... animado pois, com igual confianga , de Vós me valho, como a Mãe recorro, e gemendo sob o peso dos meus pecados, me prosto a Vossos Pés... Não desprezeis as minhas súplicas , Ó Mãe do Filho de Deus Humanado, mas dignai-vos de as ouvir propícia, e de me alcançar o que vos rogo. Amém."

SITE OFICIAL:http://www.aparicoesdejacarei.com.br/


Canal DE DIVULGAÇÃO:
http://pt.gloria.tv/?user=28228

CONVITE: 11.12.2011-CENÁCULO DO ANIVERSÁRIO DA APARIÇÃO DE GUADALUPE E FESTA DE SANTA LUZIA DE SIRACUSA



IMPERDÍVEL! VIDA COMPLETA DE SANTA LUZIA

FILME: SEDE SANTOS 6 - VIDA DE SANTA LUZIA OU LUCIA DE SIRACUSA- HISTÓRIA COMPLETA DA SUA VIDA E MARTÍRIO.





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SITES OFICIAL DO SANTUÁRIO:
http://www.asaparicoesdejacarei.com/
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SITES DIVULGADORES:
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10 DE DEZEMBRO - DIA DA TRANSLADAÇÃO DA CASA DE LORETO - FILME LORETO HISTÓRIA COMPLETA





FILME: APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA EM LORETO-ITÁLIA

A CASA DA SAGRADA FAMÍLA TRANSLADADA DE NAZARÉ PARA LORETO

O SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA EM LORETO-ITÁLIA



http://gloria.tv/?media=180866

A Santa Casa de Loreto (1)

A santa casa de Loreto é a casa que testemunhou o grande mistério da Encarnação, quando o Arcanjo, resplandecente de luz, foi enviado do Céu à terra para trazer ao gênero humano a maior e mais consoladora nova.

Naquela casa morava uma donzela humilde e modesta; provavelmente nela nascera, era a casa de seus pais. Era virgem, e chamava-se Maria.

Foi ali que Jesus Cristo habitou, submisso a José e Maria, durante os trinta primeiros anos de sua vida mortal.

A casa foi milagrosamente transportada pelos anjos, no fim do século XIII.

A piedosa imperatriz Santa Helena fizera encerrar a santa casa de Nazaré num magnífico templo, conservando intacta a casa preciosa na qual a Sagrada Família habitara.

Em todos os tempos essa casa foi um santuário visitado pelos mais ilustres e santos personagens, entre os quais a História faz menção de São Luís IX, rei de França, que ali recebeu a sagrada comunhão, com extraordinárias consolações, no dia Anunciação de 1252.

Pouco depois, os muçulmanos do Egito irromperam no território da Palestina e destruíram o magnífico templo no qual se achava a santa casa de Nazaré, que assim ficou exposta a todas as profanações.

Deus subtraiu ao furor dos ímpios esse precioso santuário, por meio de um dos maiores prodígios de que a História faça menção.


E também atraiu, mais do que nunca, a atenção de toda a cristandade sobre um monumento tão digno de nosso respeito e veneração.

A primeira transladação se deu no dia 10 de maio de 1291.

Viu-se de repente perto de Terçado, na Dalmácia, uma pequena casa situada sobre um outeiro, onde jamais se tinha visto nem a mais simples choupana.

Mas a surpresa foi ainda maior quando se ouviram algumas pessoas afirmarem ter visto essa casa suspensa no ar, antes de pousar sobre o outeiro. Espalhando-se a notícia deste prodígio, o povo acudiu de todas as partes, examinou o edifício de perto, e notou com espanto que estava assentado sobre um terreno desigual, sem alicerces.

Além disso, à medida que penetravam no interior, novos objetos lhes excitavam a curiosidade: um altar, uma cruz, uma estátua de cedro representando Maria Santíssima com o Menino Jesus.

Entretanto, aí chega de repente nesse santuário o pároco do lugar, por nome Alexandre de Georgio, que se achava doente havia três anos, quase sem esperança de sarar.

Contou ele que lhe apareceu Maria Santíssima, que o curou e lhe disse que a casa recém-chegada no seu país era a mesma casa de Nazaré, onde, por obra do Espírito Santo, concebera o Verbo de Deus.

Não é fácil dar uma idéia da alegria do povo, vendo seu pastor repentinamente curado e ouvindo a narração da revelação que lhe fora feita por Maria Santíssima a respeito da excelência do Santuário com que todos foram favorecidos.


Nossa Senhora de Loreto
O governador da Dalmácia, Nicolau Frangipani, veio também visitar a santa casa. Admirado de tão maravilhosa transladação, mandou a Nazaré quatro comissários encarregados de verificar: 1) se de fato desaparecera a casa de Maria; 2) se alguém a tirou; 3) se os alicerces dela ali estavam; 4) se as dimensões dessas bases concordavam com as das paredes da casa transportada; 5) afinal, se a pedra de que era feita era a mesma.

Os delegados, chegados a Nazaré, adquiriram plena certeza de que a casa venerada na Dalmácia era realmente a de Maria e de José.

Não sabemos por que a Dalmácia perdeu tão depressa este precioso monumento. A transladação milagrosa para a Dalmácia não era senão o princípio dos prodígios que Deus queria fazer para atrair a atenção do mundo cristão sobre um objeto tão digno de veneração.

No dia 10 de dezembro de 1294, três anos e meio depois de ter aparecido na Dalmácia, a santa casa se elevou de novo nos ares.

Atravessando o mar Adriático, foi colocar-se no meio de um bosque de loureiros, a pouca distância da cidade de Recanati, na Marca de Ancona, três dias antes que o soberano pontífice Celestino V renunciasse à dignidade augusta de chefe da Igreja.

O bosque de loureiros no qual foi pousar a santa casa parece ser a origem do nome que lhe deu, de Nossa Senhora de Loreto.

Os primeiros chamados para contemplar este novo prodígio foram, como no nascimento do Salvador, simples pastores que velavam durante a noite, guardando seus rebanhos.

Uma luz extraordinária, que rodeava a santa casa, inspirou-lhes o desejo de ver de perto a causa do fenômeno.

Aproximando-se, ficaram admirados à vista de uma casa desconhecida e dos objetos religiosos que encerrava.

Cheios de profunda veneração, passaram o resto da noite em oração naquele lugar sagrado.

A fama deste acontecimento espalhou-se logo e atraiu grande número de espectadores e piedosos romeiros.


Em breve, este primeiro movimento da fé foi poderosamente favorecido pelos milagres e graças extraordinárias que ali se recebiam. Enquanto uma multidão de piedosos fiéis acorreu a esta nova fonte de graças, o inimigo do gênero humano se esforçava para as tornar inúteis, infestando aqueles lugares com os furtos e as rapinas, por cuja causa ia diminuindo o concurso dos piedosos fiéis. Deus, porém, remediou bem depressa este inconveniente com uma terceira transladação.

Oito meses depois da sua chegada ao bosque dos loureiros, a santa casa transportou-se de repente sobre um outeiro situado também a pouca distância da cidade de Recanati, lugar pertencente a dois irmãos de uma nobre família.

Mas como estes dois irmãos se armassem um contra o outro, excitados pela cobiça das ricas ofertas que ali se faziam, pouco faltou que banhassem com o próprio sangue aquela terra santificada com a presença da augusta habitação de Maria Santíssima.

Deus, porém, que não detesta menos as dissensões fraternas do que a cobiça, removeu ainda uma vez a santa casa para transportá-la a pequena distância, sobre um outeiro mais elevado.

Esta última transladação deu-se quase no fim de 1295, quatro meses depois que a santa casa havia chegado sobre o outeiro dos dois irmãos.