RÁDIO MENSAGEIRA DA PAZ

terça-feira, 30 de agosto de 2011

DOCUMENTÁRIO: GUADALUPE UMA IMAGEM VIVA - APARIÇÃO A SÃO JUAN DIEGO - MÉXICO - VIRGEM MORENA Padroeira da Cidade do México

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 53:56
Padroeira da Cidade do México e figura religiosa importante para a maioria dos fiéis da América Latina, Nossa Senhora de Guadalupe apareceu para o índio Juan Diego em 1531, na capital mexicana. Ao contrário de muitas aparições de santos, que não puderem ser comprovadas por falta de provas, essa deixou marcas que surpreenderam até mesmo cientistas da Nasa. A história e as polêmicas que envolvem estas aparições são discutidas neste especial inédito. A primeira vez que a Virgem de Guadalupe apareceu para o índio foi numa manhã, enquanto ele se dirigia à Tlatelolco. Ela estava rodeada de luz e lhe pediu, na língua culta dos astecas, para que fosse até o bispo da cidade e lhe pedisse um favor. Depois de tentar convencer verbalmente o bispo de que tinha se encontrado com a Santa, a saída foi apelar para algo material. No dia em que levou para ele certas flores que não cresciam na região, a pedido da virgem, o índio também se espantou ao ver que no seu manto havia a imagem da Santa. Registrado em documentos, as aparições da Nossa Senhora de Guadalupe chegaram a ser analisadas pela igreja, que acabou beatificando o índio, através do papa João Paulo, em 1990. O programa mostra todas as análises que foram feitas no manto do índio para comprovar que a pintura não tinha sido feita por nenhum homem e sim por obra divina. O tecido, feito de agave, não apresentou nenhum desgaste desde que passou a ser estudado e protegido das agressões do meio ambiente. Quanto à pintura, dois professores e funcionários da Nasa chegaram a afirmar que não era nenhuma técnica de pintura conhecida, e todos os elementos descritos nela possuíam diferentes significados.

EXCELÊNCIA DA CASTIDADE

SANTO AFONSO DE LIGÓRIO

I. EXCELÊNCIA DA CASTIDADE


Ninguém melhor que o Espírito Santo saberá apreciar o valor da castidade. Ora,

Ele diz: “Tudo o que se estima não pode ser comparado com uma alma continente” (Ecli

26, 20), isto é, todas as riquezas da terra, todas as honras, todas as dignidades, não lhe

são comparáveis. Santo Efrém chama a castidade de “a vida do espírito”; São Pedro

Damião, “a rainha das virtudes”; e São Cipriano diz que, por meio dela, se alcançam os

triunfos mais esplêndidos. Quem supera o vício contrário à castidade, facilmente

triunfará de todos os mais; quem, pelo contrário, se deixa dominar pela impureza,

facilmente cairá em muitos outro vícios e far-se-á réu de ódio, injustiça, sacrilégio, etc.

A castidade faz do homem um anjo. “Ó castidade, exclama Santo Efrém (De

cast.), tu fazes o homem semelhante aos anjos”. Essa comparação é muito acertada, pois

os anjos vivem isentos de todos os deleites carnais; eles são puros por natureza; as

almas castas, por virtude. “Pelo mérito desta virtude, diz Cassiano (De Coen. Int., 1. 6,

c. 6), assemelham-se os homens aos anjos”; e São Bernardo (De mor. et off., ep., c. 3):

“O homem casto difere do anjo não em razão da virtude, mas da bem-aventurança; se a

castidade do anjo é mais ditosa, a do homem é mais intrépida”. “A castidade torna o

homem semelhante ao próprio Deus, que é um puro espírito”, afirma São Basílio (Dever. virg.).

O Verbo Eterno, vindo a este mundo, escolheu para Sua Mãe uma Virgem, para

pai adotivo um virgem, para precursor um virgem, e a São João Evangelista amou com

predileção porque era virgem, e, por isso, confiou-lhe Sua santa Mãe, da mesma forma

como entrega ao sacerdote, por causa de sua castidade, a santa Igreja e Sua própria Pessoa.

Com toda a razão, pois, exclama o grande doutor da Igreja, Santo Atanásio (De virg.):

‘Ó santa pureza, és o templo do Espírito Santo, a vida dos Anjos e a coroa dos Santos!”.

Grande, portanto, é a excelência da castidade; mas também terrível é a guerra

que a carne nos declara para no-la roubar. Nossa carne é a arma mais poderosa que

possui o demônio para nos escravizar; é, por isso, coisa muito rara sair-se ileso ou

mesmo vencedor deste combate. Santo Agostinho diz (Serm. 293): “O combate pela

castidade é o mais renhido de todos: ele repete-se cotidianamente, e a vitória é rara”.

“Quantos infelizes que passaram anos na solidão, exclama São Lourenço Justiniano, em

orações, jejuns e mortificações, não se deixaram levar, finalmente, pela concupiscência

da carne, abandonaram a vida devota da solidão e perderam, com a castidade, o próprio Deus!”

Por isso, todos os que desejam conservar a virtude da castidade devem ter suma

cautela: “É impossível que te conserves casto, diz São Carlos Borromeu, se não vigiares

continuamente sobre ti mesmo, pois negligência traz consigo mui facilmente a perda da castidade”.
 

sábado, 27 de agosto de 2011

21.08.2011-Mensagem de Nossa Senhora em Jacareí-SP - Aniversário da Apar...

Hora do Sagrado Coração de Jesus- VOL-01 - REZAR: Sextas-feiras ás 21:00h (Gravado pelo vidente Marcos Tadeu)


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27 de agosto Santa Mônica



Santa Mônica
Mônica nasceu em Tagaste, atual Argélia, na África, no ano 331, no seio de uma família cristã. Desde muito cedo dedicou sua vida a ajudar os pobres, que visitava com freqüência, levando o conforto por meio da Palavra de Deus. Teve uma vida muito difícil. O marido era um jovem pagão muito rude, de nome Patrício, que a maltratava. Mônica suportou tudo em silêncio e mansidão. Encontrava o consolo nas orações que elevava a Cristo e à Virgem Maria pela conversão do esposo. E Deus recompensou sua dedicação, pois ela pôde assistir ao batismo do marido, que se converteu sinceramente um ano antes de morrer.

Tiveram dois filhos, Agostinho e Navígio, e uma filha, Perpétua, que se tornou religiosa. Porém Agostinho foi sua grande preocupação, motivo de amarguras e muitas lágrimas. Mesmo dando bons conselhos e educando o filho nos princípios da religião cristã, a vivacidade, inconstância e o espírito de insubordinação de Agostinho fizeram que a sábia mãe adiasse o seu batismo, com receio que ele profanasse o sacramento.

E teria acontecido, porque Agostinho, aos dezesseis anos, saindo de casa para continuar os estudos, tomou o caminho dos vícios. O coração de Mônica sofria muito com as notícias dos desmandos do filho e por isso redobrava as orações e penitências. Certa vez, ela foi pedir os conselhos do bispo, que a consolou dizendo: "Continue a rezar, pois é impossível que se perca um filho de tantas lágrimas".

Agostinho tornou-se um brilhante professor de retórica em Cartago. Mas, procurando fugir da vigilância da mãe aflita, às escondidas embarcou em um navio para Roma, e depois para Milão, onde conseguiu o cargo de professor oficial de retórica.

Mônica, desejando a todo custo ver a recuperação do filho, viajou também para Milão, onde, aos poucos, terminou seu sofrimento. Isso porque Agostinho, no início por curiosidade e retórica, depois por interesse espiritual, tinha se tornado freqüentador dos envolventes sermões de santo Ambrósio. Foi assim que Agostinho se converteu e recebeu o batismo, junto com seu filho Adeodato. Assim, Mônica colhia os frutos de suas orações e de suas lágrimas.

Mãe e filho decidiram voltar para a terra natal, mas, chegando ao porto de Óstia, perto de Roma, Mônica adoeceu e logo depois faleceu. Era 27 de agosto de 387 e ela tinha cinqüenta e seis anos.

O papa Alexandre III confirmou o tradicional culto a santa Mônica, em 1153, quando a proclamou Padroeira das Mães Cristãs. A sua festa deve ser celebrada no mesmo dia em que morreu. O seu corpo, venerado durante séculos na igreja de Santa Áurea, em Óstia, em 1430 foi trasladado para Roma e depositado na igreja de Santo Agostinho.

26 de agosto São Zeferino



São Zeferino
O papa Zeferino exerceu um dos pontificados mais longos da Igreja de Cristo, de 199 a 217. E os únicos dados de sua vida registrados declaram que: depois do papa Vitor, de origem africana, clero e povo elegeram para a cátedra de Pedro um romano, Zeferino, filho de um certo Abôndio.

Zeferino foi o 14o papa a substituir são Pedro. Enfrentou um período difícil e tumultuado, com perseguições para os cristãos e de heresias entre eles próprios, que abalavam a Igreja mais do que os próprios martírios. As heresias residiam no desejo de alguns em elaborar só com dados filosóficos o nascimento, a vida e a morte de Jesus Cristo. A confusão era generalizada, uns negavam a divindade de Jesus Cristo, outros se apresentavam como a própria revelação do Espírito Santo, profetizando e pregando o fim do mundo.

Mas o papa Zeferino, que não era teólogo, foi muito sensato e, amparado pelo poder do Espírito Santo, livrou-se dos hereges. Para isso uniu-se aos grandes sábios da época, como santo Irineu, Hipólito e Tertuliano, dando um fim ao tumulto e livrando os cristãos da mentira e dos rigorismos.

O papa Zeferino era dotado de inspiração e visão especial. Seu grande mérito foi ter valorizado a capacidade de Calisto, um pagão convertido e membro do clero romano, que depois foi seu sucessor. Ele determinou que Calisto organizasse cemitérios cristãos separados daqueles dos pagãos. Isso porque os cristãos não aceitavam cremar seus corpos e também queriam estar livres para tributarem o culto aos mártires.

O papa Zeferino conseguiu que as nobres famílias cristãs, possuidoras de tumbas amplas e profundas, transferissem-nas para a Igreja. Assim, Calisto começou a fazer galerias subterrâneas ligando umas às outras e, nas laterais, foi abrindo túmulos para os cristãos e para os mártires. Todo esse complexo deu origem às catacumbas, mais tarde chamadas de catacumbas de Calisto.

Esse foi o longo pontificado de Zeferino, encerrado pela intensificação às perseguições e pela proibição das atividades da Igreja, impostas pelo imperador Sétimo Severo.

O papa são Zeferino foi martirizado junto com o bispo santo Irineu, em 217, e foi sepultado numa capela nas catacumbas que ele mandou construir em Roma, Itália.