ESSE BLOG TEM A FINALIDADE DE DIVULGAR AS APARIÇÕES DE JACAREÍ,QUE JÁ ACONTECEM Á 25 ANOS . DESDE O DIA 7 DE FEVEREIRO DE 1991 , NOSSA SENHORA,NOSSO SENHOR JESUS CRISTO,SÃO JOSÉ ,O ESPÍRITO SANTO, OS ANJOS E SANTOS ,APARECEM EM JACAREÍ ,SÃO PAULO,BRASIL , A UM JOVEM CHAMADO MARCOS TADEU .ESSAS SÃO AS ÚLTIMAS APARIÇÕES PARA A HUMANIDADE, ESSE E O ÚLTIMO AVISO DO CÉU PARA O MUNDO , A DECISÃO É SUA. SITE:www.aparicoesdejacarei.com.br
RÁDIO MENSAGEIRA DA PAZ
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
“Mística Cidade de Deus”
O Feliz Nascimento de Maria Santíssima Senhora Nossa...
Nascimento de Maria
Chegou para o mundo o alegre dia do feliz parto de Sant´Ana, e nascimento daquela que vinha santificada e consagrada para Mãe do mesmo Deus. ...
Sua Mãe Ana foi prevenida por interior..., na qual recebeu aviso do Senhor que chegara a hora do parto. Ouviu sua voz cheia de gozo do divino Espírito, e prostrada em oração pediu ao Senhor que a assistisse com sua graça e proteção para o feliz sucesso de sua maternidade.
Sentiu o natural movimento que acontece em tal caso, e a mais que ditosa menina Maria foi, por virtude e providência divina, arrebatada num altíssimo êxtase. Abstraída de todas as operações sensitivas, nasceu ao mundo sem o conhecer pelos sentidos, pois por eles poderia ter notado, já que possuía o uso da razão. O poder do Altíssimo dispôs por daquele modo, para que a princesa do céu não percebesse o próprio nascimento.
Maria, aurora da graça
Nasceu pura. Limpa, formosa e cheia de graças, publicando por elas que vinha livre da lei e tributo do pecado. Em substância , nasceu como os demais filhos de Adão, mas com tais condições e particularidades da graça, que este nascimento foi admirável milagre para toda a natureza e eterno louvor de seu autor.
Despontou, pois, este divino luzeiro no mundo às doze horas da noite, começando a separar a noite e trevas da antiga lei, do novo dia da graça que já queria amanhecer.
Envolveram-na em panos e foi tratada como as demais crianças, aquela que tinha sua mente na Divindade, e como infante, quem em sabedoria excedia a todos os mortais e aos mesmos anjos. Não consentiu sua mãe que outras mãos cuidassem da menina, e com as suas as envolveu em mantilhas. Seu estado não lhe foi impedimento, porque foi isenta das onerosas conseqüências que ordinariamente sofrem as outras mães em seus partos.
Oração de Sant´Ana
Recebeu Sant´Ana em suas mãos aquela que, sendo sua filha, era ao mesmo tempo o maior tesouro do céu e da terra entre as puras criaturas, inferior somente a Deus e superior a toda a criação.
Com fervor e lágrimas a ofereceu a Deus dizendo interiormente: Senhor de infinita sabedoria e poder, criador de tudo quanto existe: ofereço-vos o fruto do meu seio, recebido de vossa bondade, com eterno agradecimento por mo terdes dado sem eu tê-lo podido merecer. Na filha e mãe cumpri vossa vontade santíssima e do alto de vosso trono e grandeza olhai para nossa pequenez.
Sede eternamente bendito por terdes enriquecido o mundo com criatura tão agradável ao vosso beneplácito, e porque Nela preparastes a morada e tabernáculo (Sb 9,8) para o Verbo Eterno residir. A meus santos pais e profetas dou felicitações e neles a toda a linhagem humana, pelo seguro penhor que lhes dais de sua redenção.
Entretanto, como tratarei aquela que me dais por filha, se não mereço ser sua serva? Como tocarei a verdadeira arca do testamento? Dai-me, Senhor e Rei meu, a luz que necessito para conhecer vossa vontade, e executá-la para vosso agrado e serviço de minha filha.
Resposta do Senhor
Respondeu o Senhor no intimo da santa matrona, que exteriormente tratasse a divina menina como sua filha sem mostrar-lhe reverência, mas que conservasse em seu coração essa reverência. No mais, cumprisse com as obrigações de verdadeira Mãe, criando sua filha com solicitude e amor.
Assim fez a feliz mãe. Usando deste direito e permissão, sem perder a divina reverência, deliciava-se com sua Filha Santíssima, tratando-a e acariciando-a como as outras mães, mas atenda a grandeza do tão oculto e divino segredo que entre ambas haviam.
Os anjos de guarda da meiga menina, com grande multidão de outros deles, a reverenciaram nos braços de sua mãe e lhe entoaram celestial música, da qual ouviu um pouco a ditosa Ana.
Os mil anjos nomeados para a custódia da grande Rainha, ofereceram-se e dedicaram-se ao seu serviço. Foi esta a primeira vez que a divina Senhora os viu em forma corpórea, com as divisas e vestes que explicarei noutro capítulo. A menina pediu-lhes louvassem com Ela, e em seu nome, ao altíssimo.
S. Grabriel anuncia ao limbo o nascimento de Maria
No momento em que nasceu nossa princesa Maria, o Altíssimo enviou o Santo Arcanjo Gabriel para participar aos santos pais do limbo esta tão alegre nova para eles.
O embaixador celestial desceu logo, iluminando aquela profunda caverna e alegrando aos justos nelas detidos. Noticiou-lhes que já começava amanhecer o dia da eterna felicidade e redenção do gênero humano, tão desejado e esperado pelos santos e vaticinado pelos profetas. Já nascera a futura Mãe do Messias prometido, e muito em breve veriam a salvação e glória do Altíssimo.
Deu-lhes notícia os santo Príncipe, das excelências de Maria Santíssima e do que a mão do onipotente começara a fazer por Ela, para conhecerem, melhor o ditoso princípio do mistério que poria fim a sua prolongada prisão.
Todos aqueles pais, profetas e demais justos que estavam no limbo alegraram-se em espírito, e com novos cânticos louvaram o Senhor por este benefício.
Os anjos reconheceram Maria por sua Rainha
Quem poderá dignamente exaltar este maravilhoso prodígio da destra do onipotente ? Quem dirá o gozo e admiração dos espíritos celestiais, ao verem e celebrarem com novos cânticos aquela tão nova maravilha entre as obras do Altíssimo ?.
Ali reconheceram e reverenciaram a sua Rainha e Senhora, escolhida para Mãe Daquele que seria sua cabeça, causa da graça e da glória que possuíam, pois as deviam aos méritos de Cristo, previstos na divina aceitação.
Mas, que língua e que pensamento mortal Poe entrar no segredo do coração daquela tenra menina, no sucesso e feitos de tão peregrino favor ?. Deixo-o a piedade católica, e muito mais aos que no Senhor o conheceram, e a nós quando por sua misericórdia infinita chegarmos a gozá-lo face a face.
Deus impõe-lhe o nome de Maria
Determinou-se naquele divino consistório e tribunal, dar nome a Menina rainha. Como nenhum é legitimo e adequado senão o que é posto no ser imutável de Deus, onde com equidade, peço medida e infinita sabedoria se dispensam e ordenam todas as coisas, quis Sua Majestade dá-lo por si mesmo, no céu.
Manifestou aos espíritos angélicos que as três divinas pessoas haviam decretado e formado os dulcíssimos nomes de Jesus e Maria, para filho e mãeab initio ante saecula. Que desde toda a eternidade haviam se comprazido neles, gravando-os em sua memória eterna e tendo os presentes em todas as coisas a que haviam dado existência, pois para o serviço deles tinham sido criados.
Conhecendo estes e outros mistérios, os santos anjos ouviram sair do trono do Pai Eterno que dizia:- Nossa eleita chamar-se–á Maria, e este nome há de ser maravilhoso e magnífico. Os que o invocarem com devoção receberão copiosíssimas graças, os que o pronunciarem com reverência serão consolados, e todos acharão nele alívio para suas dores, tesouros com que se enriquecerem, luz para serem guiados à vida eterna. Será terrível contra o inferno, esmagará a cabeça da serpente e obterá insígnes vitórias contra os príncipes das trevas.
Mandou o Senhor aos espíritos angélicos que participassem este ditoso nome à Sant´ana, para ser realizado na terra o que fora confirmado no céu. A divina Menina prostrada pelo afeto ante o trono, deu humildes graças ao Ser eterno e com admiráveis e dulcíssimos cantos recebeu o nome.
Se se quisesse escrever as prerrogativas e graças que lhe concederam, seria mister compor livro separado em maiores volumes.
Os santos reverenciaram de novo, no trono do Altíssimo, a Maria Santíssima por futura Mãe do Verbo, sua Rainha e Senhora. Veneraram seu nome, prostrando-se ao ser pronunciado pela voz do eterno Pai, particularmente os que o levavam sobre o peito como divisa. Todos cantaram louvores por mistérios tão grandes e ocultos, mas a Menina Rainha ignorava a causa de quanto presenciava, porque não lhe seria manifestada sua dignidade de Mãe do Verbo até o tempo da Encarnação.
Com o mesmo júbilo e reverência voltaram os anjos a pô-la nos braços de Sant´ana, a quem foi oculto este sucesso e a ausência de sua filha, pois fora substituída por um de seus anjos da guarda, com um corpo aparente.
Além disso, enquanto a divina Menina esteve no céu empíreo, teve sua mãe Ana um êxtase de altíssima contemplação. Nele, ainda que ignorava o que se passava com sua Menina, lhe foram manifestados grandes mistérios da dignidade da Mãe de Deus para a qual sua filha era escolhida. A prudente matrona conservou-os sempre em seu coração, meditando-os para, de acordo com eles, proceder com sua filha.
O nascimento de Maria, alegria para o céu e a terra
Aos oito dias do nascimento da grande Rainha, desceram das alturas multidões de anjos formosíssimos e roçagantes. Traziam um brasão no qual vinha gravado e resplandecente o nome de MARIA. Manifestando-se a ditosa mãe Ana disseram-lhe que o nome de sua filha era o que traziam. Que a divina providência lho havia dado e ordenava que ela e Joaquim o impusessem logo. ...
... Deste modo recebeu nossa Princesa o nome que lhe foi dado pela Santíssima Trindade, no céu no dia em que nasceu, e na terra oito dias depois. Foi inscrito no registro dos demais, quando sua mãe foi ao Templo para cumprir a lei, ...
Fonte:
Livro: “Mística Cidade de Deus” – Maria de Ágreda - Espanha Século XVII
Primeiro Tomo - páginas: 171 a 175 - Capítulo 21
(obs.: Lê-se no Livro Mística Cidade de Deus que o Nascimento da Santíssima Virgem deu-se no dia 08 de setembro como também é tradição na Santa Igreja Católica.Contudo,Nossa Senhora tem revelado em diversas de suas atuais Aparições que o dia correto de Seu Nascimento é o dia 05 de agosto.No tempo da Soror Maria de Agreda eles ainda não tinham conhecimento desta data que foi reservada para os últimos tempos.")
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SITES
www.avisosdoceu.com.br
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www.mensageiradapaz.org
www.gloriasdejose.org
www.mensagenscelestes.com
www.chamadaesperanca.com
FELIZ ANIVERSÁRIO MAMÃE CELESTE!!!HOMENAGEM AO NASCIMENTO DA DIVINA MESTRA MARIA SANTÍSSIMA-05 DE AGOSTO-REVELADO POR ELA MESMA
AGRADECEMOS AO ALTÍSSIMO POR NOS DAR MÃO TÃO BELA, TÃO TERNA, TÃO AMÁVEL, TÃO ADMIRÁVEL, TÃO SUBLIME, TÃO NOSSA!!!
http://gloria.tv/?media=182168
O ANIVERSÁRIO DE NOSSA SENHORA - REVELAÇÃO DE MEDJUGORJE
Aniversário de Nossa Senhora por Darlyne Mary Fujimoto Eu me deparei com a história mais tocante de Jakov da celebração do aniversário de Nossa Senhora no site Children of Medjugorje, que é um excerto do livro de Janice Connel, Visões das Crianças. Meu coração estava tão emocionado que eu tinha que compartilhar isto com vocês. Isto colocará vocês direto no espírito de celebração deste aniversário especial, pelos olhos de uma criança. Mirjana vive a poucos passos da casa do tio de Jakov, onde ele reside agora. Ela me disse que nos primeiros dias das aparições, A Mãe Bendita estava mais benevolente com o medo dos seis videntes e gentil com os sofrimentos pessoais que cada um estava passando. ELA disse às crianças: “Vocês sabem que meu aniversário real é em 5 de agosto?” As crianças disseram que não, elas não sabiam disto. A Mãe Bendita continuou: “Vocês gostariam de Me dar alguns presentes?” Jakov falou penosamente, “Querida Mãe Bendita, eu não tenho nenhum dinheiro!” A Mãe Bendita sorriu alegremente e disse: “Oh, Jakov, meu queridíssimo pequeno, você não necessita de dinheiro para presentes do Meu aniversário! Hoje à noite quando você for para casa, não importa o que seus sentimentos digam a você, não importa quâo você está estimulado, ao contrário de falar da dor em seu coração, corram para fora e olhem para o céu e gritem: É tudo por amor a Ti, querido Jesus.” Mirjana disse que na noite seguinte à aparição, a Mãe Bendita agradeceu a Jakov por seu “presente” da noite anterior. No momento chegado do aniversário da Mãe Bendita, Mirjana disse que Jakov estava “quase explodindo”. Ele tinha “bilhões de presentes para a Mãe Bendita!” Tenso e nervoso por natureza, o jovem Jakov dificilmente podia se conter durante as longas orações do Rosário que precediam a aparição. Finalmente o momento veio. Os grandes lampejos de luz anunciavam a chegada da Rainha do Céu e da Terra, a amável Mãe de todos os povos, especialmente os pequenos de coração partido. Quando Jakov A viu, ele literalmente tocou e agarrou a Mãe de Deus quando ele gritou: “Feliz aniversário querida Mãe Bendita!”. Compreendendo o que ele tinha feito, Jakov caiu no chão com medo e vergonha. Mirjana disse que ela viu a Mãe Bendita ternamente inclinar-se e o pegar quando ELA colocou sua pequena mão de unhas corroídas na SUA e a beijou. Quando eu perguntei a Jakov o que sentiu ao ser beijado pela Mãe de Deus, ele ficou muito corado. Embaraçado, ele esforçou-se: “Não há palavras para descrever o que é ser beijado pela Mãe de Deus. É parte das coisas do Céu”. Note do editor: Darlyne é de Cerritos, CA Fonte da matéria: http://www.spiritofmedjugorje.org/aug2011htm |
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
DIA 4 DE AGOSTO O DIA DO CURA D'ARS
O futuro Cura d’Ars nasceu na pequena localidade de Dardilly, perto de Lyon, na França, no dia 8 de maio de 1786, de família de agricultores piedosos. Foi consagrado a Nossa Senhora no próprio dia do nascimento, data em que foi também batizado.
Sua instrução foi precária, pois passou a infância em pleno Terror da Revolução Francesa, com os sacerdotes perseguidos e as escolas fechadas. João Maria tinha 13 anos quando recebeu a Primeira Comunhão das mãos de um sacerdote “refratário” (que não tinha jurado a ímpia Constituição do Clero), durante o segundo Terror, em 1799.(1)
Com a subida de Napoleão e a Concordata com a Santa Sé, foi possível a João Maria iniciar seus estudos eclesiásticos aos 20 anos, terminando-os aos 29, depois de mil e uma contrariedades.
É impossível, nos limites de um artigo, abranger toda a vida apostólica do Cura d’Ars. Por isso limitar-me-ei a abordar um aspecto dela, que foi como transformou a pequena localidade de Ars de modo a tornar-se ponto de admiração de toda a França.
Ars ao tempo da chegada do santo
Quando o jovem sacerdote chegou a Ars, esta era um pequeno aglomerado de casas, contando apenas 250 habitantes, quase todos agricultores. Como a maior parte das localidades rurais da França, sacudidas durante 10 anos pelos vendavais da Revolução Francesa, encontrava-se em plena decadência religiosa. Vivia-se um paganismo prático formado de negligência, indiferentismo e esquecimento das práticas religiosas.
A cidadezinha de Ars assemelhava-se às paróquias vizinhas, não sendo nem melhor nem pior que elas. Havia nela um certo fundo religioso, mas com muito pouca piedade.
Como transformá-la num modelo de vida católica, ambição de São João Batista Vianney?
Santificando-se para santificar os outros
Primeiro, pela oração e pelos sacrifícios do vigário por suas ovelhas. Já no dia de sua chegada, o Padre Vianney deu o colchão a um pobre e deitou-se sobre uns sarmentos junto à parede, com um pedaço de madeira como travesseiro. Como a parede e o chão eram úmidos, contraiu de imediato uma nevralgia, que durou 15 anos. Seu jejum era permanente, habitualmente passando três dias sem comer; e quando o fazia, alimentava-se somente de batatas cozidas no início da semana e já emboloradas. Mas ele sobretudo passava horas e horas ajoelhado diante do Santíssimo Sacramento, implorando a conversão de seus paroquianos.
Uma de suas primeiras medidas práticas foi reformar a igreja que, por respeito ao Santíssimo Sacramento, desejava que fosse a melhor possível.
“Esforcemo-nos para ir para o Céu”
Confessionário onde o Santo Cura d‘Ars atendia fiéis diariamente
Outra de suas solicitudes foi para com a juventude. Atraía todos para o catecismo. Exigia que este fosse aprendido de cor, palavra por palavra, e só admitia à Primeira Comunhão quem estivesse assim devidamente preparado. Instava com os meninos e adolescentes para que cada um levasse sempre consigo o Rosário, e tinha no bolso alguns extras para aqueles que houvessem perdido o seu.
Paulatinamente os esforços do santo foram sendo coroados de êxito, de maneira que os jovens de Ars chegaram a ser os mais bem instruídos da comarca.
Nas missas dominicais, pregava sobre os deveres de cada um para consigo, para com o próximo e para com Deus. Falava constantemente do inferno e do que precisamos fazer para evitá-lo: “Ó, meus queridos paroquianos, esforcemo-nos para ir para o Céu. Lá havemos de ver a Deus. Como seremos felizes! Que desgraça se algum de vós se perder eternamente!”
Ele exigia a devida compostura e atitude própria a bons católicos na igreja, por respeito à Presença Real de Nosso Senhor Jesus Cristo no Santíssimo Sacramento.
“Arruinados todos aqueles que abrirem tabernas”
A guerra que moveu contra as tabernas também foi bem sucedida. Aos que a elas iam, em vez de comparecer à missa no domingo, dizia: “Pobre gente, como sois infelizes. Segui vosso caminho rotineiro; segui-o, que o inferno vos espera”. Ameaçava-os de não só perderem os bens eternos, mas também os terrenos.
Aos poucos, por falta de fregueses, as tabernas foram se fechando. Outros tentaram abri-las, mas eram obrigados a cerrá-las. A maldição de um santo pesava sobre eles: “Vós vereis arruinados todos aqueles que aqui abrirem tabernas”, disse no púlpito. E assim foi. Quando elas se fecharam, o número de indigentes diminuiu, pois suprimiu-se a causa principal da miséria, que era moral.
Luta contra blasfêmias e trabalho aos domingos
Quarto do santo Cura d'Ars
“Blasfêmias e trabalhos nos domingos, bailes, cabarés, serões nas vivendas e conversas obscenas, englobava tudo numa comum maldição”. Por anos a fio pregou contra isso, exortando no confessionário, no púlpito e nas visitas que fazia às famílias. Dizia: “Se um pastor quiser se salvar, precisa, quando encontrar alguma desordem na paróquia, saber calcar aos pés o respeito humano, o temor de ser desprezado e o ódio dos paroquianos [e denunciar o mal]”.
A guerra do santo cura contra as blasfêmias, juramentos, imprecações e expressões grosseiras foi sem quartel; e tão bem sucedida, que desapareceram de Ars. Em vez delas passou-se a ouvir entre os camponeses expressões como Deus seja bendito! Como Deus é bom! Em vez das cançõezinhas chulas da época, hinos e cânticos religiosos.
A luta contra o trabalho nos domingos foi também tenaz e durou quase oito anos. “A primeira vez que do púlpito abordou o tema, fê-lo com tantas lágrimas, tais acentos de indignação, com tal comoção de todo o seu ser que, passado meio século, os velhos que o ouviram ainda se lembravam com emoção. [...] Vós trabalhais, dizia ele, mas o que ganhais é a ruína para a vossa alma e para o vosso corpo. Se perguntássemos aos que trabalham nos domingos 'que acabais de fazer?’, bem poderiam responder: ‘Acabamos de vender a nossa alma ao demônio e de crucificar Nosso Senhor. Estamos no caminho do inferno’”. Depois de muita insistência, em Ars o domingo tornou-se verdadeiramente o Dia do Senhor.
Combate aos bailes durante 25 anos
Ars era o lugar predileto dos jovens dançarinos das vizinhanças. Tudo era pretexto para um baile. Para acabar com eles, o Santo Cura d’Ars levou 25 anos de combate renhido.
Explicava que não basta evitar o pecado, mas deve-se fugir também das ocasiões. Por isso, abrangia no mesmo anátema o pecado e a ocasião de pecado. Atacava assim ao mesmo tempo a dança e a paixão impura por ela alimentada: “Não há um só mandamento da Lei de Deus que o baile não transgrida. [...] Meu Deus, poderão ter olhos tão cegos a ponto de crerem que não há mal na dança, quando ela é a corda com que o demônio arrasta mais almas para o inferno? O demônio rodeia um baile como um muro cerca um jardim. As pessoas que entram num salão de baile deixam na porta o seu Anjo da Guarda e o demônio o substitui, de sorte que há tantos demônios quantos são os que dançam”.
O Santo era inexorável não só com quem dançasse, mas também com os que fossem somente “assistir” ao baile, pois a sensualidade também entra pelos olhos. Negava-lhes também a absolvição, a menos que prometessem nunca mais fazê-lo. Ao reformar a igreja, erigiu um altar em honra de São João Batista, e em seu arco mandou esculpir a frase: Sua cabeça foi o preço de uma dança!... É de ressaltar-se que os bailes da época, em comparação com os de hoje, sobretudo do pula-pula frenético e imoral do carnaval e as novas danças modernas, eram como que inocentes. Mas era o começo que desfechou nos bailes atuais.
A vitória do Pe. Vianney neste campo foi total. Os bailes desapareceram de Ars. E não só os bailes, mas até alguns divertimentos inofensivos que ele julgava indignos de bons católicos.
Junto a eles combateu também as modas que julgava indecentes na época (e que, perto do quase nudismo atual, poderiam ser consideradas recatadas!). As moças, dizia, “com seus atrativos rebuscados e indecentes, logo darão a entender que são um instrumento de que se serve o inferno para perder as almas. Só no tribunal de Deus saber-se-á o número de pecados de que foram causa”. Na igreja jamais tolerou decotes ou braços nus.
Ars transformada pelo santo
Altar com o corpo do santo Cura d‘Ars
Um sacerdote santo torna piedosos seus paroquianos. Assim, apenas três anos e meio depois de sua chegada, o santo Cura já podia escrever: “Encontro-me numa paróquia de muito fervor religioso e que serve a Deus de todo o seu coração”. Em 1827 (seis anos depois), exclamava entusiasmado do púlpito: “Meus irmãos, Ars não é mais a mesma! Tenho confessado e pregado em missões e jubileus. Nada encontrei como aqui”.
É que, ao mesmo tempo em que reprimia os abusos, semeava também a boa semente. E ele aspirava, para seus paroquianos, ao ideal de perfeição do qual os cria capazes. Recomendava-lhes que rezassem antes e depois das refeições, recitassem o Ângelus três vezes ao dia onde quer que estivessem; e que, ao levantar e deitar, fizessem a oração da manhã e a da noite. Esta passou a ser feita também em comum na igreja ao toque do sino. Os que ficavam em casa ajoelhavam-se diante de algum quadro ou imagem religiosa, ali fazendo suas orações.
Com o tempo passou-se a dizer que em Ars o respeito humano fora invertido: tinha-se vergonha de não fazer o bem e de não praticar a Religião. O que é um auge de vitória da Igreja! Ars tornou-se também um centro de piedade e religiosidade.
Por isso, os peregrinos admiravam nas ruas da cidade a serenidade de certos semblantes, reflexo da paz perfeita de almas que vivem constantemente unidas a Deus.
Frases de São João Maria Vianney sobre a Santissima Virgem Maria
A SANTÍSSIMA VIRGEM
São João Maria Vianney – o Cura d’Ars
"As Três Pessoas Divinas contemplam a Santíssima Virgem. Ela é sem mancha, está ornada de todas as virtudes que a tornam tão formosa e agradável à Trindade".
"Deus podia ter criado um mundo mais belo do que este que existe, mas não podia ter dado o ser a uma criatura mais perfeita que Maria".
"O Pai compraz-se em olhar o Coração da Santíssima Virgem como a obra-prima das suas mãos".
"Se um pai ou uma mãe muito ricos tivessem muitos filhos e todos eles viessem a morrer, restando apenas um, esse herdaria todos os bens. Pelo pecado original, todos os filhos de Adão morreram para a graça, e somente Maria, isenta do pecado, herdou as graças de inocência e favores que caberiam aos filhos de Adão, se eles tivessem permanecido em estado de inocência. Deus tornou Maria depositária das suas graças".
"Nesse período [antes do Natal], Jesus e Maria eram por assim dizer uma só pessoa. Jesus, nesses tempos felizes para Maria, só respirava pela boca dEla".
"Maria deseja tanto que sejamos felizes!".
"São Bernardo diz que converteu mais almas por meio da Ave-Maria que por meio de todos os seus sermões".
"A Ave-Maria é uma oração que jamais cansa".
"O meio mais seguro de conhecermos a vontade de Deus é rezarmos à nossa boa Mãe".
"Se o pecador invoca essa boa Mãe, Ela fá-lo entrar de algum modo pela janela".
"Se o inferno pudesse arrepender-se, Maria alcançaria essa graça".
"Maria! Não me abandoneis um só instante, permanecei sempre ao meu lado!".
"Tenho bebido tanto nessa fonte [no coração da Santíssima Virgem], que há muito tempo teria secado se não fosse inesgotável".
"Quando as nossas mãos tocam uma substância aromática, perfumam tudo o que tocam. Façamos passar as nossas orações pelas mãos da Santíssima Virgem. Ela as perfumará".
A SANTÍSSIMA VIRGEM
São João Maria Vianney – o Cura d’Ars
"As Três Pessoas Divinas contemplam a Santíssima Virgem. Ela é sem mancha, está ornada de todas as virtudes que a tornam tão formosa e agradável à Trindade".
"Deus podia ter criado um mundo mais belo do que este que existe, mas não podia ter dado o ser a uma criatura mais perfeita que Maria".
"O Pai compraz-se em olhar o Coração da Santíssima Virgem como a obra-prima das suas mãos".
"Se um pai ou uma mãe muito ricos tivessem muitos filhos e todos eles viessem a morrer, restando apenas um, esse herdaria todos os bens. Pelo pecado original, todos os filhos de Adão morreram para a graça, e somente Maria, isenta do pecado, herdou as graças de inocência e favores que caberiam aos filhos de Adão, se eles tivessem permanecido em estado de inocência. Deus tornou Maria depositária das suas graças".
"Nesse período [antes do Natal], Jesus e Maria eram por assim dizer uma só pessoa. Jesus, nesses tempos felizes para Maria, só respirava pela boca dEla".
"Maria deseja tanto que sejamos felizes!".
"São Bernardo diz que converteu mais almas por meio da Ave-Maria que por meio de todos os seus sermões".
"A Ave-Maria é uma oração que jamais cansa".
"O meio mais seguro de conhecermos a vontade de Deus é rezarmos à nossa boa Mãe".
"Se o pecador invoca essa boa Mãe, Ela fá-lo entrar de algum modo pela janela".
"Se o inferno pudesse arrepender-se, Maria alcançaria essa graça".
"Maria! Não me abandoneis um só instante, permanecei sempre ao meu lado!".
"Tenho bebido tanto nessa fonte [no coração da Santíssima Virgem], que há muito tempo teria secado se não fosse inesgotável".
"Quando as nossas mãos tocam uma substância aromática, perfumam tudo o que tocam. Façamos passar as nossas orações pelas mãos da Santíssima Virgem. Ela as perfumará".
04 DE AGOSTO-DIA DE SÃO JOÃO MARIA VIANNEY
O CURA DAR'S-FILME DE SUA VIDA E MENSAGEM DO DOA 18.04.2010-NAS APARIÇÕES DE JACAREÍ/SP-BRASIL
FILME: O CURA D'ARS-SÃO JOÃO MARIA VIANNEY-HISTÓRIA DA SUA VIDA-COMEMORAÇÃO DO SEU DIA 04 DE AGOSTO

18.04.2010-MENSAGEM DE SÃO JOÃO MARIA VIANNEY-NO SANTUÁRIO DAS APARIÇÕES DE JACAREÍ/SP-BRASIL.

18.04.2010-MENSAGEM DE SÃO JOÃO MARIA VIANNEY-NO SANTUÁRIO DAS APARIÇÕES DE JACAREÍ/SP-BRASIL.
04 DE AGOSTO-DIA DE SÃO JOÃO MARIA VIANNEY-QUE NOS DEU SUA EDIFICANTE MENSAGEM NO SANTUÁRIO DAS APARIÇÕES DE JACAREÍ/SP-BRASIL
JACAREÍ, 18 DE ABRIL DE 2010
CAPELA DO SANTUÁRIO DAS APARIÇÕES DE JACAREÍ/SP
MENSAGEM DE SÃO JOÃO MARIA VIANEY – O CURA DAR'S
COMUNICADA AO VIDENTE MARCOS TADEU

SÃO JOÃO MARIA VIANNEY - CURA DAR'S
“-Amados irmãos Meus, Eu, JOÃO MARIA VIANNEY, venho a vós hoje com o Meu coração cheio de graças e bençãos para derramar sobre vós. Vós sabeis que Eu amei muito o Senhor, que amei muito a Maria Santíssima e também as almas que tão preciosas e caras são para Eles.
Amados irmãos, sobre essa Terra nada é mais importante do que salvar a pobre alma e chegar até o Céu. Ilusões passageiras e tentações enganadoras são os apegos, as riquezas e as vanglórias deste mundo. Ai da alma que desprezar o amor de Deus, que descuidar de sua salvação para viver unicamente para conquistar as coisas vãs, as riquezas e as honras desta Terra, porque na hora de sua morte a sua aflição, o seu desespero por ver que tornou inútil toda a sua existência será imenso, pois a Palavra de Nosso Senhor jamais passará e Ele disse:
‘De que adianta o homem ganhar o mundo inteiro, se vier a perder a sua alma?’
Verdadeiramente, de nada adianta o homem ser cortejado, ser um grande milionário, possuir todos os bens, ter todos os títulos honrosos da face da Terra se não tem amor a Deus, se não tem amor ao próximo e à salvação das almas, se não possui as virtudes, se não sabe o que é pobreza, o que é castidade, o que é obediência ao Senhor, o que é humildade, o que é amor. O filho das trevas vive unicamente para as coisas vãs. O filho da luz vive unicamente para as coisas santas, para as coisas celestes. Na alma que ama verdadeiramente o Senhor, reconhece-se o amor verdadeiro, reconhece-se que veio da luz, que ama a luz e por isso procura estar sempre na luz. No filho das trevas reconhece-se o amor ao pecado, o amor às coisas vãs, o amor ao mal e à própria corrupção, por isso não se aproxima da luz para que ao ser iluminado por ela suas obras más não sejam descobertas. Por isso convido-vos a viverdes sempre na luz, na luz do Senhor de modo que toda a vossa vida seja uma luz refulgente e esplendorosa, que possa iluminar os corações que ainda estão nas trevas, para que eles vendo a luz caminhem na direção da luz.
Vivei na luz do Senhor, procurando cada dia mais viver unidos a Ele pela oração profunda, pela união da vossa alma e do vosso coração com Ele, pela conformação da vossa vontade, dos vossos desejos e sentimentos com a vontade e os desejos do Senhor, de modo que em vós a vontade de Deus seja a única luz que vos alumia e que vos conduz. Vivei na luz do Senhor constantemente em oração, fazendo penitência dos vossos pecados e procurando todos os dias vencer os vossos defeitos e assim melhorardes como pessoas e como cristãos que sois, de modo que na vossa vida todos possam ver a presença da graça de Deus, do amor de Deus, possam admirar a perfeição e a beleza de Deus, possam glorificar o Seu Nome, glorificar quão justa, perfeita e santa é a Sua Lei de amor e a Sua vontade e assim todos queiram também como vós caminhar na luz do Senhor.
Caminhai na luz do Senhor, procurando sempre mais doar-vos à Sua vontade, ao Seu plano de salvação e avançando sempre mais com maior generosidade no caminho da vossa entrega total ao Senhor, de modo que sejais verdadeiros servos Dele, verdadeiros filhos Seus que cuidam de Sua vinha, ou seja, das vossas próprias almas e das almas dos vossos irmãos, de forma que, vós um dia possais ser chamados por Ele de ‘verdadeiros filhos’ e assim possais receber a recompensa eterna que Ele vos prepara no Céu. Se caminhardes na luz do Senhor, dareis frutos de salvação cem por um e em vossa vida se verá a verdadeira e maravilhosa graça do Senhor operando toda sorte de prodígios que glorificarão o Nome Dele e que farão resplandecer sobre vós, sobre o mundo inteiro, o fulgor de sua graça salvadora.
Caminhai na luz do Senhor a cada dia, fazendo com que cada vez mais os corações se abram para o Seu amor, para a Sua verdade, para a salvação. Derramai o bálsamo do verdadeiro amor, da graça de Deus em tantas feridas abertas em tantos corações, para fechá-las e para fazer com que todos gozem de perfeita saúde espiritual. Levai o amor do Senhor e da Virgem Santíssima, levai a Sua graça, levai a luz da Verdade para todos os corações que ainda estão debaixo do jugo de Satanás na mentira, na ilusão das coisas vãs deste mundo, no pecado, na morte, na violência e no mal. Assim, verdadeiramente, caminhareis na luz, vivereis na luz e fareis com que todos também caminhem e vivam nela, de modo que sejais reconhecidos todos como verdadeiros filhos da luz.
Eu estou convosco em todos os momentos e nunca vos deixo. Se vós não Me deixardes nunca vos deixareis. Se não Me virardes as costas e não Me fechardes os vossos corações, não fecharei o Meu para vós. Enquanto ainda é dia trabalhai, Meus irmãos, porque a noite vem depressa, a vida passa como um dia que se acaba e logo vem a noite da eternidade que não terá mais aurora. Por isso, trabalhai depressa, ajudai os SACRATÍSSIMOS CORAÇÕES nessas Aparições de Jacareí a fazerem a Palavra Deles chegar a todos os corações para que todos se convertam e todos caminhem na luz, sejam salvos pela luz.
A todos neste instante, generosamente abençôo com amor.”
(Grande Pausa)
(MARCOS): “-Até breve! Volte breve amado São João Maria Vianney! Volte breve, sim?!”
http://gloria.tv/?media=140390
João Maria Batista Vianney, era de origem pobre e humilde, foi o quarto filho de Mateus e Maria Vianney. Nasceu em 08 de Maio de 1786 em Dardilly/França. Foi batizado no mesmo dia em que nasceu. Recebeu o nome de João, ao qual acrescentou o de Maria por especial devoção à Maria Santíssima.
Desde a infância, manifestava uma forte inclinação à oração. Seus pais cultivavam no filho esse espírito religioso e de piedade.
Durante os anos da Revolução Francesa, quando a igreja da vila foi fechada pela perseguição religiosa, ele continuava a rezar. Aproveitava algum tempo no seu trabalho de cuidar de animais, que realizava junto com seus irmãos.
Quando jovem, caiu doente e passou quatorze meses nos hospitais de Lyon e de Roanne e não pode entrar para o serviço militar durante o império napoleônico.
Desde pequeno queria ser padre, mas esbarrou em dois obstáculos: pobreza e, sobretudo a falta de estudos. Em 1813, ele ingressou no seminário Santo Irineu, em Lyon. O problema surgiu de imediato; João Maria não entendia nada, e nas provas do primeiro mês tirou notas baixas.
Insistiu em entrar na Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs, mas não foi admitido pelas mesmas razões. Por causa disto, ele foi mandado de volta para Ecully, para estudar Teologia com seu amigo, padre Balley. Depois do curso, foi readmitido no Seminário.
No dia 02 de Julho de 1814 foi ordenado Subdiácono. Depois da batalha de Waterloo, quando os austríacos invadiram a região, João Maria foi a pé por falta de transporte, para Grenoble onde em 13 de Agosto de 1815, ele foi ordenado padre. No dia seguinte celebrou sua primeira Missa!
Começou a sua vida sacerdotal como ajudante do bispo Balley.
Em Janeiro de 1818 veio o novo pároco para Ecully, mas ele tinha uma vida totalmente diferente do padre Vianney. A par da simplicidade mais natural e de uma autêntica humildade, irradiava dele algo superior à inteligência, que se manifestava nos conselhos que dava e no jeito de conversar com as pessoas, de lhes sugerir soluções ou confortá-las.
O padre Vianney foi transferido para a paróquia da Aldeia de Ars-em-Dombes. Cidade cuja a população era de 200 a 300 habitantes. No dia 9 de fevereiro de 1818, uma sexta-feira, o p chegou em Ars, para cuidar de uma capela semi-abandonada. Veio em uma carruagem, guiada por um paroquiano de Ecully, onde carregou seus pertences e uma biblioteca com trezentos volumes. Apesar de pequena instrução, gostava de ler livros.
Ao chegar à cidadezinha ficou meio confuso, porque a neblina cobria as casas. O entendimento foi difícil, pois o menino, Antonio Givre, não sabia Francês e o dialeto de Ars era bem diferente de Ecully. Então perguntou ao garoto: “Menino, onde está Ars?” O menino apontou com o dedo dizendo-lhe: “É ali mesmo”. E João Maria Vianney disse ao menino: “Você me ensinou o caminho de Ars, e eu lhe ensinarei o caminho do céu”.
O pequeno pastor Antonio Givre morreu alguns dias depois dela. Um monumento de bronze, na entrada de Ars, lembra esse primeiro encontro.
O Padre entrou no povoado levando muitos sonhos e esperanças. Quando chegou à paróquia de Ars, devolveu alguns móveis, deixando somente o necessário. A sua alimentação era muito simples, apenas algumas batatas cozidas. Ars era pequena no tamanho, mas enorme quanto aos problemas: muitas casas de jogatina, de prostituição, de vícios. A capela estava sempre vazia. Por isso dobrou seu tempo de oração, de jejuns e penitências. Visitava as famílias e as convidava para a Santa Missa. Ars começou a transformar-se. Alguns começaram a ir à capela. Então o pároco fundou a Confraria do Rosário para as mulheres, e a Irmandade do Santíssimo Sacramento para os homens. Diante disso, os donos dos bares e organizadores de jogatinas começaram dura perseguição contra o Padre Vianney. Este chegou a dizer, “Ah, se eu soubesse o que é ser vigário, teria entrado num convento de monges”.
Ars Virou santuário com peregrinações. Pessoas cultas de outras cidade iam ouvir as homilias do Cura d’Ars. Quando algum padre lhe perguntava qual o segredo de tudo aquilo, o Padre Vianney lhe respondia: “Você já passou alguma noite em oração? Já fez algum dia de jejum?”.
Ele repousava de 02 a 04 horas no máximo por noite. Quando acordava ia a Igreja, rezava diante do Sacrário e depois ia confessar seus paroquianos. Passou a maior parte de sua vida no confessionário. Chegava a ficar 14 horas confessando os paroquianos. Como era grande o número de pessoas, ele dividiu em vários confessionários, um para mulheres outro para homens, outro para doentes, etc. Ele marcava os horários para cada um.
São João Vianney tinha em sua mente a exortação de São Paulo: “Orai sem cessar” (1 Ts 5, 17). Não falava com eloquência, nas homilias perdia o fio da meada, atrapalhava-se, muitas vezes não sabia como acabá-las cortava a frase e descia do púlpito acabrunhado. No confessionário. No aconselhamento falava do bom Deus de forma tão amorosa que todos saiam reconfortados. Não sabia usar palavras bonitas, buscava termos do quotidiano das pessoas. Do confessionário seu nome emergiu e transbordou dos estreitos limites Ars-em-Dombes para aldeias e cidades vizinhas. Os peregrinos que desejavam confessar-se com ele começaram a chegar. Nos últimos tempos de vida eram mais de 200 por dia, mais de 80.000 por ano.
Toda vez, antes de começar a Santa Missa, ele tocava o sino, na torre em que ele construiu, para avisar que era hora do cristão rezar, lembrar de Deus.
Sua vida de intenso trabalho, pouca alimentação, jejum e penitência, provocou um enfraquecimento. Aos 73 anos de idade, na terça-feira, 02 de Agosto de 1859, João Maria Batista Vianney recebe a Unção dos Enfermos. Na quarta-feira, 03 de Agosto, assina seu testamento, deixando seus bens aos missionários e seu corpo à Paróquia. Às duas horas do dia 04 de Agosto de 1859, morre placidamente. Nos dias 04 e 05, aproximadamente trezentos padres e uma incalculável multidão desfilaram diante do seu Corpo, em prantos, para despedir.
Desde a infância, manifestava uma forte inclinação à oração. Seus pais cultivavam no filho esse espírito religioso e de piedade.
Durante os anos da Revolução Francesa, quando a igreja da vila foi fechada pela perseguição religiosa, ele continuava a rezar. Aproveitava algum tempo no seu trabalho de cuidar de animais, que realizava junto com seus irmãos.
Quando jovem, caiu doente e passou quatorze meses nos hospitais de Lyon e de Roanne e não pode entrar para o serviço militar durante o império napoleônico.
Desde pequeno queria ser padre, mas esbarrou em dois obstáculos: pobreza e, sobretudo a falta de estudos. Em 1813, ele ingressou no seminário Santo Irineu, em Lyon. O problema surgiu de imediato; João Maria não entendia nada, e nas provas do primeiro mês tirou notas baixas.
Insistiu em entrar na Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs, mas não foi admitido pelas mesmas razões. Por causa disto, ele foi mandado de volta para Ecully, para estudar Teologia com seu amigo, padre Balley. Depois do curso, foi readmitido no Seminário.
No dia 02 de Julho de 1814 foi ordenado Subdiácono. Depois da batalha de Waterloo, quando os austríacos invadiram a região, João Maria foi a pé por falta de transporte, para Grenoble onde em 13 de Agosto de 1815, ele foi ordenado padre. No dia seguinte celebrou sua primeira Missa!
Começou a sua vida sacerdotal como ajudante do bispo Balley.
Em Janeiro de 1818 veio o novo pároco para Ecully, mas ele tinha uma vida totalmente diferente do padre Vianney. A par da simplicidade mais natural e de uma autêntica humildade, irradiava dele algo superior à inteligência, que se manifestava nos conselhos que dava e no jeito de conversar com as pessoas, de lhes sugerir soluções ou confortá-las.
O padre Vianney foi transferido para a paróquia da Aldeia de Ars-em-Dombes. Cidade cuja a população era de 200 a 300 habitantes. No dia 9 de fevereiro de 1818, uma sexta-feira, o p chegou em Ars, para cuidar de uma capela semi-abandonada. Veio em uma carruagem, guiada por um paroquiano de Ecully, onde carregou seus pertences e uma biblioteca com trezentos volumes. Apesar de pequena instrução, gostava de ler livros.
Ao chegar à cidadezinha ficou meio confuso, porque a neblina cobria as casas. O entendimento foi difícil, pois o menino, Antonio Givre, não sabia Francês e o dialeto de Ars era bem diferente de Ecully. Então perguntou ao garoto: “Menino, onde está Ars?” O menino apontou com o dedo dizendo-lhe: “É ali mesmo”. E João Maria Vianney disse ao menino: “Você me ensinou o caminho de Ars, e eu lhe ensinarei o caminho do céu”.
O pequeno pastor Antonio Givre morreu alguns dias depois dela. Um monumento de bronze, na entrada de Ars, lembra esse primeiro encontro.
O Padre entrou no povoado levando muitos sonhos e esperanças. Quando chegou à paróquia de Ars, devolveu alguns móveis, deixando somente o necessário. A sua alimentação era muito simples, apenas algumas batatas cozidas. Ars era pequena no tamanho, mas enorme quanto aos problemas: muitas casas de jogatina, de prostituição, de vícios. A capela estava sempre vazia. Por isso dobrou seu tempo de oração, de jejuns e penitências. Visitava as famílias e as convidava para a Santa Missa. Ars começou a transformar-se. Alguns começaram a ir à capela. Então o pároco fundou a Confraria do Rosário para as mulheres, e a Irmandade do Santíssimo Sacramento para os homens. Diante disso, os donos dos bares e organizadores de jogatinas começaram dura perseguição contra o Padre Vianney. Este chegou a dizer, “Ah, se eu soubesse o que é ser vigário, teria entrado num convento de monges”.
Ars Virou santuário com peregrinações. Pessoas cultas de outras cidade iam ouvir as homilias do Cura d’Ars. Quando algum padre lhe perguntava qual o segredo de tudo aquilo, o Padre Vianney lhe respondia: “Você já passou alguma noite em oração? Já fez algum dia de jejum?”.
Ele repousava de 02 a 04 horas no máximo por noite. Quando acordava ia a Igreja, rezava diante do Sacrário e depois ia confessar seus paroquianos. Passou a maior parte de sua vida no confessionário. Chegava a ficar 14 horas confessando os paroquianos. Como era grande o número de pessoas, ele dividiu em vários confessionários, um para mulheres outro para homens, outro para doentes, etc. Ele marcava os horários para cada um.
São João Vianney tinha em sua mente a exortação de São Paulo: “Orai sem cessar” (1 Ts 5, 17). Não falava com eloquência, nas homilias perdia o fio da meada, atrapalhava-se, muitas vezes não sabia como acabá-las cortava a frase e descia do púlpito acabrunhado. No confessionário. No aconselhamento falava do bom Deus de forma tão amorosa que todos saiam reconfortados. Não sabia usar palavras bonitas, buscava termos do quotidiano das pessoas. Do confessionário seu nome emergiu e transbordou dos estreitos limites Ars-em-Dombes para aldeias e cidades vizinhas. Os peregrinos que desejavam confessar-se com ele começaram a chegar. Nos últimos tempos de vida eram mais de 200 por dia, mais de 80.000 por ano.
Toda vez, antes de começar a Santa Missa, ele tocava o sino, na torre em que ele construiu, para avisar que era hora do cristão rezar, lembrar de Deus.
Sua vida de intenso trabalho, pouca alimentação, jejum e penitência, provocou um enfraquecimento. Aos 73 anos de idade, na terça-feira, 02 de Agosto de 1859, João Maria Batista Vianney recebe a Unção dos Enfermos. Na quarta-feira, 03 de Agosto, assina seu testamento, deixando seus bens aos missionários e seu corpo à Paróquia. Às duas horas do dia 04 de Agosto de 1859, morre placidamente. Nos dias 04 e 05, aproximadamente trezentos padres e uma incalculável multidão desfilaram diante do seu Corpo, em prantos, para despedir.
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