RÁDIO MENSAGEIRA DA PAZ

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

JACAREÍ, DECEMBER, 14th, 2011



APPARITION'S SHRINE OF JACAREÍ
OUR LADY'S MESSAGE
Communicated to the seer Marcos Tadeu

"My children, I love you and I'm with you always. Do not fear, because your heavenly Mother is very close to you and knows everything you need. Pray much the Holy Rosary and all the prayers that I have given you, because through them I'll lead you to a great holiness. The true devotion to Me, is an ardent, and as much as a soul serve Me by the prayer of the Rosary, more it burns in holy desires to serve Me through the Holy Rosary, and more it seeks to bring all souls as it can, to serve Me through it. When many souls love Me and serve Me through the Holy Rosary, I'll pour powerfully the effective Graces of My Immaculate Heart, over the whole world, turning it into a garden of grace and holiness. Pray, pray and pray much My Rosary. To everyone I do bless in, this moment, with all My love."



Testemunho da peregrina do Santuário das Aparições de Jacareí, Maria Izabel.

Testemunho do peregrino do Santuário das Aparições de Jacareí, Cesar Luciano.

Testemunho da peregrina do Santuário das Aparições de Jacareí, Marina de Jesus.

14.12.2011 - MENSAGEM DE NOSSA SENHORA - COMUNICADA AO VIDENTE MARCOS TADEU - SANTUÁRIO DAS APARIÇÕES DE JACAREÍ SP BRASIL.




JACAREÍ, 14 DE DEZEMBRO DE 2011
SANTUÁRIO DAS APARIÇÕES DE JACAREÍ – SP – BRASIL
MENSAGEM DE NOSSA SENHORA
COMUNICADA AO VIDENTE MARCOS TADEU TEIXEIRA

MENSAGEM DE NOSSA SENHORA

"-Meus filhos, Eu vos amo e estou sempre convosco. Não temais porque a vossa Mãe do Céu está muito perto de vós e sabe tudo o que precisais. Rezai muito o Santo Rosário e todas as orações que Eu vos dei pois através delas vou conduzir-vos à uma grande santidade. A verdadeira devoção a Mim é ardente e quanto mais uma alma Me serve pela oração do Meu Rosário mais ela arde em santos desejos de Me servir por meio do Santo Rosário e mais ela procura levar todas as almas que puder a também Me servirem por meio dele. Quando muitas almas Me amarem e servirem por meio do Santo Rosário Eu derramarei poderosamente as graças eficazes do Meu Coração Imaculado sobre o mundo inteiro transformando-o num jardim de graça e santidade. Rezai, rezai e rezai muito o Meu Rosário. A todos abençôo neste momento com todo o Meu amor."


SITE E BLOGS OFICIAIS:

www.asaparicoesdejacarei.com
www.deusjesusmariaejose.blogspot.com
www.deussolucaoparaosmeusproblemas.blogspot.com

http://sinaissobrenaturais.blogspot.com/

SITES DIVULGADORES:

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www.gloriasdejose.org
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CANAIS DE DIVULGAÇÃO:

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16 de dezembro Santa Adelaide




Santa Adelaide


 Narrada por santo Odilo, abade de Cluny, que conviveu com ela, a vida de santa Adelaide emociona pelos sofrimentos que passou. De rainha tornou-se prisioneira, sofreu maus-tratos e passou por diversas privações para, depois, finalmente, assumir um império. Tudo isso dentro da honestidade, vivendo uma existência piedosa, de muita humildade e extrema caridade para com os pobres e doentes. Nascida em 931, Adelaide era uma princesa, filha do rei da Borgonha, atual França, casado com uma princesa da Suécia. Ficou órfã de pai aos seis anos. A Corte acertou seu matrimônio com o rei Lotário, da Itália, do qual enviuvou três anos depois. Ele morreu defendendo o trono, que acabou usurpado pelo inimigo vizinho, rei Berenjário. Então, a rainha Adelaide foi mandada para a prisão. Contudo, ajudada por amigos leais, conseguiu a liberdade. Viajou para a Alemanha para pedir o apoio do imperador Oto, que, além de devolver-lhe a Corte, casou-se com ela. Assim, tornou-se a imperatriz Adelaide, caridosa, piedosa e amada pelos súditos. Durante anos tudo era felicidade, mas o infortúnio atingiu-a novamente. O imperador morreu e Adelaide viu-se outra vez viúva. Assumiu seu filho Oto II, que aceitava seus conselhos, governando com ponderação. Os problemas reiniciaram quando ele se casou com a princesa grega Teofânia. Como não gostava da influência da sogra sobre o marido, conseguiu fazê-lo brigar com a mãe por causa dos gastos com suas obras de caridade e as doações que fazia aos conventos e igrejas. Por isso exigiu que Adelaide deixasse o reino. Escorraçada, procurou abrigo em Roma, junto ao papa. Depois, passou um período na França, na Corte de seu irmão, rei da Borgonha. Mas a dor da ingratidão filial a perseguia, Viu, também, que ele reinava com injustiça, dentro do luxo, da discórdia e da leviandade, devido à má influência de Teofânia. Nessa época, foi seu diretor espiritual o abade Odilo, de Cluny. Ao mesmo tempo, o abade passou a orientar Oto II. Após dois anos de separação, arrependido, convidou a mãe a visitá-lo e pediu seu perdão. Adelaide se reconciliou com filho e a paz voltou ao reino. Entretanto o imperador morreria logo depois. Como o neto de Adelaide, Oto III, não tinha idade para assumir o trono, a mãe o fez. E novamente a vida de Adelaide parecia encaminhar-se para o martírio. Teofânia, agora regente, pretendia matar a sogra, que só não morreu porque Teofânia foi assassinada antes, quatro semanas depois de assumir o governo. Adelaide se tornou a imperatriz regente da Alemanha, por direito e de fato. Administrou com justiça, solidariedade e piedade. Trouxe para a Corte as duas filhas de sua maior inimiga e as educou com carinho e proteção. O seu reinado foi de obrigações políticas e religiosas muito equilibradas, distribuindo felicidade e prosperidade para o povo e paz para toda a nação. Nos últimos anos de vida, Adelaide foi para o Convento beneditino de Selz, na Alsácia, que ela fundara, em Strasburg. Morreu ali com oitenta e seis anos de idade, no dia 16 de dezembro de 999. 

15 de dezembro Santa Virgínia Centurione Bracelli

 




Santa Virgínia Centurione Bracelli

Virgínia, riquíssima, filha de um doge da República de Gênova, nasceu em 2 de abril de 1587. O pai, Jorge Centurioni, era um conselheiro da República. A mãe, Leila Spinola, era uma dama da sociedade, católica fervorosa e atuante nas obras de caridade aos pobres. Propiciou à filha uma infância reservada, pia e voltada para os estudos. Mesmo com vocação para a vida religiosa, Virgínia teve de casar, aos quinze anos, por vontade paterna, com Gaspar Grimaldi Bracelli, nobre também muito rico. Teve duas filhas, Leila e Isabela. Esposa dedicada, cuidou do marido na longa enfermidade que o acometeu, a tuberculose. Levou-o, mesmo, para a Alexandria, em busca da cura para a doença, o que não aconteceu. Gaspar morreu em 1607, feliz por sempre ter sido assistido por ela.

Ficou viúva aos vinte anos de idade. Assim, jovem, entendeu o fato como um chamado direto de Deus. Era vontade de Deus que ela o servisse através dos mais pobres. Por isso conciliou os seus deveres do lar, de mãe e de administradora com essa sua particular motivação. O objeto de sua atenção, e depois sua principal atividade, era a organização de uma rede completa de serviços de assistência social aos marginalizados. O intuito era que não tivessem qualquer possibilidade de ofender a Deus, dando-lhes condições para o trabalho e o sustento com suas próprias mãos.

Desenvolvia e promovia as "Obras das Paróquias Pobres" das regiões rurais conseguindo doações em dinheiro e roupas. Mais tarde, com as duas filhas já casadas, passou a dedicar-se, também, ao atendimento dos menores carentes abandonados, dos idosos e dos doentes. Fundou uma escola de treinamento profissional para os jovens pobres. Numa fria noite de inverno, quando à sua porta bateu uma menina abandonada pedindo acolhida, sentiu uma grande inspiração, que só pôs em prática após alguns anos de amadurecimento.

Finalmente, em 1626, doou todos os seus bens aos pobres, fundou as "Cem Damas da Misericórdia, Protetoras dos Pobres de Jesus Cristo" e entrou para a vida religiosa. Enquanto explicava o catecismo às crianças, pregava o Evangelho. As inúmeras obras fundadas encontravam um ponto de encontro nas chamadas "Obras de Nossa Senhora do Refúgio", que instalou num velho convento do monte Calvário. Logo o local ficou pequeno para as "filhas" com hábito e as "filhas" sem hábito, todas financiadas pelas ricas famílias genovesas. Ela, então, fundou outra Casa, depois mais outra e, assim, elas se multiplicaram.

A sua atividade era incrível, só explicável pela fé e total confiança em Deus. Virgínia foi uma grande mística, mas diferente; agraciada com dons especiais, como êxtases, visões, conversas interiores, assimilava as mensagens divinas e as concretizava em obras assistenciais. No seu legado, não incluiu obras escritas. Morreu no dia 15 de dezembro de 1651, com sessenta e quatro anos de idade, com fama de santidade, na Casa-mãe de Carignano, em Gênova. A devoção aumentou em 1801, quando seu túmulo foi aberto e seu corpo encontrado intacto, como se estivesse apenas dormindo. Reavivada a fé, as graças por sua intercessão intensificaram-se em todo o mundo.

Duas congregações distintas e paralelas caminham pelo mundo, projetando o carisma de sua fundadora: a Congregação das Irmãs de Nossa Senhora do Refúgio no Monte Calvário, com sede em Gênova; e a Congregação das Filhas de Nossa Senhora do Monte Calvário, com sede em Roma.

Virgínia foi beatificada em 1985. O mesmo papa que a beatificou, João Paulo II, declarou-a santa em 2003. O seu corpo é venerado na capela da Casa-mãe da Congregação, em Gênova, com uma festa especial no dia de sua morte. Mas suas "irmãs" e "filhas" também a homenageiam no dia 7 de maio, data em que santa Virgínia Centurione Bracelli vestiu hábito religioso.
 


Corpo Incorrupto  de Santa Virgínia Centurione Bracelli